Formação gratuita orienta lideranças e associações sobre regularização de documentos
O encontro acontece na UMAM, em Campo Grande, a partir das 8h30, e é aberto ao público.
A Secretaria de Estado da Cidadania realiza no dia 18 de outubro, sábado, mais uma edição do Perifeirarte com uma programação voltada à formação gratuita de lideranças comunitárias, associações de bairro e clubes de mães. O encontro acontece na UMAM, em Campo Grande, a partir das 8h30, e é aberto ao público.
Idealizado pela Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para Assuntos Comunitários, pasta vinculada à Secretaria da Cidadania, o Perifeirarte tem reunido desde 2023 representantes de entidades e movimentos sociais para discutir os avanços e desafios do terceiro setor, fortalecendo o protagonismo das comunidades e incentivando a organização local.
Nesta edição, o Curso de Formação Continuada de Lideranças Comunitárias abordará temas essenciais para a regularização de documentos das entidades, como CNPJ, assinatura Gov.br, guia de viabilidade, certificado digital e registro em cartório. O objetivo é ensinar, de forma prática e acessível, como manter a documentação em dia, ampliando o acesso das organizações a convênios, emendas parlamentares e editais públicos.
As palestras serão ministradas por Emerson Carvalho de Oliveira, contador da Irmãos Gestão Contábil, e Rodrigo Paulucci Santos, tabelião do Cartório Pantaneiro – 4º Tabelionato de Notas, Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas.
Subsecretário de Políticas Públicas para Assuntos Comunitários, Jairo Luiz da Silva, frisa que esta é a primeira edição do Perifeirarte realizada em parceria com a Prefeitura de Campo Grande, por meio da SEAR (Secretaria Municipal de Articulação Regional).
“É uma ação que já realizamos em diversas regiões do Estado e que agora chega à Capital, no formato do Perifeirarte. Esta edição será condensada em um único dia, com foco no que é essencial: apoiar as entidades comunitárias na regularização do CNPJ e demais documentos”, explica o subsecretário.
Ele destaca que estar regularizado é fundamental para que as associações tenham acesso a recursos e possam firmar parcerias com o poder público.
“Uma entidade com CNPJ ativo pode celebrar convênios, receber emendas e participar de programas de fomento. Já aquelas que não estão regularizadas acabam limitadas, como uma pessoa sem CPF, ficam impedidas de exercer plenamente suas atividades”, exemplifica.
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