Polícia

Confusão em lava jato termina com ameaça, desacato e resistência em Três Lagoas

Diante da denúncia, os policiais se deslocaram até o local, onde encontraram o proprietário do lava jato

Gabriela Rufino

Uma ocorrência policial mobilizou equipes da Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (09), no bairro Carandá, em Três Lagoas (MS), após denúncia de uma briga generalizada em um estabelecimento comercial.

De acordo com informações do boletim policial, a equipe foi acionada via COPOM com a informação de que um indivíduo estaria armado durante a confusão em um lava jato localizado na região. Ao chegar nas proximidades do Lava Jato & Estética Automotiva Manancial, os policiais foram abordados por uma mulher identificada como T. M. M. S., mãe de um dos envolvidos.

Ela relatou que o proprietário do estabelecimento, V. A. D., teria ameaçado seu filho, M. M. L., utilizando uma suposta pistola de cor preta, apontando a arma em sua direção após um desentendimento. Segundo o relato, o autor ainda teria feito novas ameaças, mencionando também o uso de uma possível espingarda.

Diante da denúncia, os policiais se deslocaram até o local, onde encontraram o proprietário do lava jato. Em sua versão, ele confirmou o desentendimento, afirmando que a situação evoluiu para agressões físicas mútuas entre ele e o jovem.

Questionado sobre a arma, V. A. D. alegou que o objeto seria, na verdade, uma pistola de airsoft.

Durante a abordagem, ele apresentou resistência e desacatou a equipe policial, afirmando que não seria preso. Diante da situação, foi necessário o uso moderado da força e o emprego de algemas para contê-lo.

Ainda conforme o registro, o homem apresentava um hematoma na região abdominal, que, segundo ele, teria sido causado durante a briga. Mesmo com a presença da polícia, ele continuou a ameaçar o outro envolvido, dizendo: “depois a gente vai se acertar”.

Diante dos fatos, o caso foi registrado como ameaça, desacato, resistência, desobediência e vias de fato. As partes envolvidas foram encaminhadas à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), onde o caso será analisado pela autoridade policial.

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