TRÊS LAGOAS

Tráfico escancarado termina em luta com polícia e apreensão de drogas no Paranapungá

Suspeito resiste à prisão e acaba imobilizado pela Força Tática.

REDAÇÃO BOLSÃO AGORA

Uma operação de rotina da Força Tática da Polícia Militar de Três Lagoas resultou em uma intensa ocorrência de tráfico de drogas, desobediência e resistência à prisão, na manhã desta segunda-feira (2), no cruzamento das ruas Cezar Lajes Canela e Antônio Estevão Leal, no bairro Paranapungá.

Durante patrulhamento ostensivo por volta das 11h40, os policiais visualizaram o momento exato em que um homem, trajando moletom branco, entregava um invólucro a outro indivíduo conhecido nos meios policiais como usuário de drogas.

Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito tentou fugir a pé, mas foi alcançado rapidamente. Durante a abordagem, reagiu com agressividade e entrou em luta corporal com um dos militares. Foi necessária a aplicação de técnicas de defesa pessoal para imobilizá-lo. O suspeito sofreu escoriações na face, tórax e joelho esquerdo durante a contenção.

Na busca pessoal, os policiais encontraram uma porção de crack no bolso do suspeito, que admitiu comercializar cada pedra por R$ 10 e também vender maconha, com valores mais altos. Ele ainda revelou que estava hospedado temporariamente na casa de um terceiro, que não estava presente, e informou que sua companheira estava no local.

Durante a varredura na residência, os policiais localizaram um tijolo de maconha com cerca de 249 gramas, escondido dentro de uma caixa de isopor. Também foram apreendidos diversos objetos sem nota fiscal, como relógios e celulares, que, segundo o próprio suspeito, foram recebidos como forma de pagamento pelas drogas.

Todos os envolvidos foram levados à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), onde foram apresentados à autoridade policial. O caso foi registrado como tráfico de drogas, porte de entorpecente para consumo pessoal, resistência e desobediência.

A ação reforça a atuação firme da Força Tática no combate ao tráfico em regiões vulneráveis de Três Lagoas. A Polícia Militar segue vigilante e conta com o apoio da comunidade para denúncias anônimas pelo 190.

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